Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

ausências...




sem título
(convento de s. joão de tarouca)

6 comentários:

Haddock disse...

olha, amélia, estivemos lá em baixo e a sensação reminiscentista a recreio de escola primária foi tão forte, mas tão forte, que fugimos logo para aqui!!

basta desses tempos traumáticos!!
hoje sabemos que todos os nossos problemas (incluídos os financeiros) são culposamente imputáveis aos meninos desse recreio, especialmente à estúpida da filipinha, ao rui (primo da estúpida) e à teresa, que mandavam naquilo tudo!!

telhas... mimetismos da reader´s digest (que ainda por cima diz que "não gosta de frases feitas"... pfffffff...)

também eu me ausento, que também tenho trabalhos de casa para fazer, embora não me importasse nada de me ficar por este convento, em reclusão.

Haddock disse...

o último parágrafo era para ser no habitual plural majestático, mas que se lixe... (já é da falta de hábito)

bons "papers" e ainda melhor tese!!

abraços anárquicos!!

triliti star disse...

quando aqui entrei e vi a data do post julguei que era sobre as aparições...

ze disse...

...mas acho que se vê ali uma irmã Lúcia a vageuar...

ze disse...

...e mais?!...
aproveita a engrneagem Amélia,
Não te deixes levar pela Ana Ausencia,...

Amélia disse...

(continuação da preguiça...)

capitão, quais teses quais carapuça! novas oportunidades, é o que é! p'ra terminar a quarta classe, pois 'tá claro!
e sim, os recreios eram pejados desses inqualificáveis energúmenos! seguiram todos em frente, até à universidade, e agora mandam no país! o que me faz pensar se não seria melhor terem todos ficado por essa mesma quarta classe, tamanha a incompetência! os conhecimentos tão aprumadamente obtidos, com distinção até, de pouco ou nada lhes serviu!
mas quem sou para falar...
e não é que eu também conheci uma teresinha! exactamente assim! e ainda por cima era pequenina, bonitinha e os rapazes andavam sempre de olho nela, a malvada! e a mim, alta como tudo, nem uma piscadela de olho! nada!
a outra que conheci, também com esse nome, foi, durante larga temporada, quase toda a minha meninice, a minha segunda mãe. ou primeira… chamava-se Teresa…

dificilmente conseguiria ficar em reclusão naquele convento. é soberbo! a pelingrafia não dá a real dimensão, a escala absolutamente descomunal, "daquilo"! as duas ou três paredes que se mantêm de pé, ainda realçam mais essa extensão, metros e metros de fachadas, aparentemente sem peso! uma coisa do outro mundo... e se pensarmos que está encaixado num vale de difícil acesso, e que foi erguido em tempos em que a população cá no portugalito ainda à procura de fixar território, era escassa, pergunto-me onde é que iriam angariar tantos discípulos para enfiar em outras tantas celas de clausura…
vale a pena a visita, e, lá por perto, há outras coisas, também elas soberbas!

menino, já de bigode, triliti, para quem esteve à beira da “desaparição”, em quartos verdadeiramente escuros, a sua presença fez-me lembrar outras que entretanto já se esvaneceram, e a quem não dei a devida atenção.
vou ver se desta vez me esforço…

sôr zé, aquela aparição é-me inteiramente desconhecida... caiu-me ali por infortúnio. sou péssima fotografa e mesmo quando me esmero, zau, sai-me mal!
quanto ao prosseguir desta desventura, a ver vamos… na realidade, não me sinto com grandes capacidades para dar seguimento a uma coisa que, no meu ver, não faz grande sentido... talvez apenas pelo gozo de escrevinhar meia dúzia de palavras essa tarefa se venha a realizar. isso e o convívio bem disposto!…
logo se verá...

beijinhos anárquicos!